sexta-feira, 15 de maio de 2009

UM COPO DE ÁGUA FRIA

Durante uma longa viagem em estrada de ferro, estava eu, há algum tempo, num dia de extenuante calor, em companhia dum oficial de cavalaria, que tinha tomado parte em alguns combates na grande guerra.
Contou-nos alguns episódios, mas nenhum me impressionou tanto como o que se segue:
- Foi, dia ele, no dia seguinte ao duma vitória custosamente ganha com esforços e cansaço extraordinários. Tinham-me encarregado de levar uma ordem importante à retaguarda, quando, no momento de partir, o meu cavalo, estafado, recusou marchar; mancava e não podia mesmo caminhar. Sem demora, fui buscar outro; este era tão bravo e manhoso, que alguns minutos se passaram antes que me tivesse sido possível montá-lo e sujeitá-lo à obediência. Empinava, escoiceava e quando eu estava quase a vencê-lo, estacava ao menor obstáculo e continuava os seus pinotes.
Entretanto, era preciso apressar-me; a mensagem de que eu era portador não admitia nenhuma demora, e a estrada, obstruída com tropas e materiais, dificultava ainda mais a minha viagem. Era meio-dia e estava apenas a meio caminho. O ar estava pesado e abafadiço; nuvens de pó secavam-me a garganta. Estava esfalfado o meu cantil estava vazio, sentia-me a desfalecer. Numa volta do caminho descobri uma fonte abundante, junto da qual alguns soldados descansavam e enchiam os seus cantis.
Desejava descer para fazer o mesmo, mas o cavalo, como que pressentindo a minha intenção, deu pinotes tão furiosos, que tive de renunciar à minha tentativa, para não excitar os risos grosseiros do acampamento.
Aborrecido com este contratempo, desatei o meu cantil e, dirigindo-me a um dos soldados, o único que parecia não se rir do meu infortúnio, estendi-lho, pedindo-lhe que mo enchesse.
Era de mau aspecto, de sobrecenho carregado; ainda assim estava eu longe de esperar resposta tão cruel:
- Encha-o você !
Diante destas palavras, a minha cólera não teve limites.
- Desgraçado ! - gritei-lhe; - tomara um dia o encontre a morrer de sede e a pedir um copo de água fria, para eu ter também o prazer de lho recuar !
Em seguida, dei de esporas ao cavalo e parti numa corrida desenfreada, sem fazer caso dos convites dos outros soldados, que me gritavam que voltasse.
Uma légua depois um rapazinho, compadecido, deu-me água, a mim e ao meu cavalo. Em troca dei-lhe um punhado de dinheiro, mas, comparando a prontidão que ele teve em me servir com a conduta dos meus companheiros d'armas, senti como que uma onda de ódio a revolver-se dentro de mim.
O rosto daquele soldado gravou-se-me em traços indeléveis na imaginação; e jurei procurá-lo - Deus me perdoe ! - até me poder vingar. Durante dois anos, nos campos de batalha, entre os moribundos, continuei sem resultado esta busca ímpia. Enfim, chegou o dia.
Em resultado de alguns ferimentos fui levado para um hospital de guerra. Não estando ainda em estado de retomar o meu serviço, empregava o tempo a cuidar dos que estavam mais feridos do que eu.
Nunca me senti tão compadecido para com os pobres soldados como no meio destas cenas de dor e de sofrimento, das quais os campos de batalha não dão idéia nenhuma. Tinha verdadeiro prazer em aliviar-lhes as dores e alegrá-los.
No meio destas novas ocupações, esqueci o meu "inimigo." Era assim que eu chamava ainda aquele que me tinha recusado o copo d'água fria.
Depois duma grande batalha, muitos feridos vieram para o nosso hospital. Todas as salas ficaram repletas; o calor era medonho, e os doentes sofriam cruelmente de sede e da atmosfera abrasadora da sala. De todas as camas gritavam: Água ! Água ! Água !
Peguei num copo e num balde d'água gelada, e fui de fileira em fileira, distribuindo o líquido precioso a todos os que o pediam. Só o cair da água no copo já lhes fazia brilhar a alegria nos olhos abrasados pela febre.
Quando eu andava pelo meio das coxias entre as camas, um homem deitado do outro lado da sala levantou-se de repente, gritando:
- Água ! Água ! pelo amor de Deus !
Fiquei horrorizado. Tudo o que me cercava desapareceu aos meus olhos e não via senão a ele. Era o que me tinha recusado um copo de água fria !
Aproximei-me, mas não me reconheceu. Caiu exausto sobre o travesseiro, com o rosto voltado para a parede. Então senti comprimir-se-me a alma, ouvi uma voz dentro de mim a dizer distintamente:
- Faze-lhe ouvir o barulho da água, passa e torna a passar diante dele, dá a todos os que o cercam e não a ele. Vinga-te. !
Mas ao mesmo tempo ouvi o murmúrio doutra voz. Uns dizem que era a voz da minha consciência; outros a de Deus, e outros ainda o resultado das lições de minha mãe. Fosse qual fosse, esta voz dizia:
- Meu amigo, é hoje o dia propício e a hora de pagar o mal com o bem, de perdoar, como Jesus te perdoou. Vai e dá de beber ao teu inimigo.
Um movimento involuntário me arrastou para a sua cama; amparei-lhe a cabeça com o braço e aproximei o copo dos seus lábios febris.
Oh ! como bebeu ! nunca esquecerei sua expressão de alívio e o olhar que me lançou, sem pronunciar palavra. Vi que estava profundamente comovido.
O pobre teve de sofrer amputação de uma perna e pedi ao médico autorização para tomar sob os meus cuidados.
Tratava-o dia e noite. Durante muito tempo conservou o mesmo silêncio, até que um dia, quando me afastava de sua cama, agarrou-me pelo paletó e, puxando-me para bem junto de si, disse-me em voz baixa:
- Lembra-se você do dia em que me pediu de beber?
- Sim, camarada; mas o que lá vai, lá vai. Isso acabou.
- Para mim não, continuou; não sei o que tinha naquele dia; o capitão acabara de me repreender; tinha febre, estava encolerizado. Poucos instantes depois fiquei envergonhado com a minha conduta, mas era tarde demais. Há dois anos que o procuro para lhe pedir perdão. Quando reconheci aqui, lembrei-me do que me tinha dito e tive mêdo. Diga-me: Você me perdoa ?
Eu tinha-o procurado dois anos para me vingar; ele me procurou para se humilhar e me pedir perdão. Qual dos dois tinha seguido melhor o espírito de Cristo? Certa confusão se apoderou de mim.
- Camarada, disse-lhe eu depois de uma pausa - você é muito melhor que eu; não falemos mais nisso!
Eu estava presente quando lhe fizeram a amputação. Já o amava como a um irmão. Ele sabia que ia morrer, mas antes confiou-me alguns objetos para mandar a sua irmã juntamente com uma carta que me ditou. Perguntou-me se não haveria na Bíblia uma passagem que tratasse dum copo de água.
- Peço a você, disse-lhe eu, que não torne a falar nisso. Mas ele continuou:
- Você não sabe, meu fiel amigo, o bem que fez em não me recusar o copo de água.
Naquela noite a febre do doente aumentou e por vezes parecia delirar. Contudo percebia-se que a sua confiança em Jesus Cristo era completa. Tinha a certeza de estar salvo. Assim o mostrava nas suas orações.
Pela madrugada, mexeu-se, acomodou a cabeça no travesseiro, e fechou os olhos para os não abrir mais neste mundo. Tinha adormecido para só acordar na eternidade.
Ao vê-lo morrer assim tranqüilo e consolado, que grande prazer senti em ter-lhe dado de beber, pagando-lhe assim o mal com o bem! Lembrei-me então destas palavras de Jesus: "Todo o que der a beber a um daqueles pequeninos um copo de água fria, não perderá a sua recompensa."
Fonte: Pérolas Esparças (Casa Publicadora Brasileira)

terça-feira, 12 de maio de 2009

CRIANÇAS, NOVELA E SEXUALIDADE PRECOCE

A atividade sexual precoce em adolescentes pode estar relacionada a quantidade de conteúdo maduro que eles assistem na TV. Quanto mais cedo são expostas a esse tipo de programa, mais cedo começam a ter relações sexuais. “Televisão e filmes são as maiores fontes de informação sobre sexo e relacionamentos para um adolescente”, explica Herman Delgado, autor do estudo. “Nosso estudo mostra que suas ideias e expectativas sobre sexo são influenciadas mais cedo.” O estudo consistiu na observação de 754 participantes, meninos e meninas, que foram observados na infância e na adolescência (até os 18 anos de idade). A cada estágio, eles analisavam os programas que eles viam e a quantidade de tempo que passavam na frente da TV.

De acordo com os resultados, quando uma criança de 6 a 8 anos é exposta a conteúdo adulto, cada hora que ela passa assistindo a esses programas aumenta a chance de ela ter relações sexuais mais cedo em até 33%.

“Entretenimento adulto trata de problemas muito complexos e muitas vezes sexuais. Uma criança não tem nem a experiência de vida e nem o desenvolvimento cerebral para diferenciar a realidade da situação de um filme, por exemplo”, declara Delgado. “As crianças aprendem dos meios de comunicação e quando são expostas a referências sexuais, tendem a ter relações mais cedo.”

Como a própria classificação indicativa já alerta NOVELA NÃO É COISA DE CRIANÇA, tenha juízo e não exponha seus filhos. [Aliás, não se exponha.]

Fonte:Hipescience

segunda-feira, 27 de abril de 2009

VÍDEO DA SEMANA

Atenção, esse vídeo pode ser muito sensível para algumas pessoas. As cenas aqui mostradas são uma dura realidade da vida de muitas pessoas em nosso mundo. Se tiver coragem, assista e reflita um pouco sobre sua vida e aquilo que você pode fazer para mudar a vida de outros.


Para perceber melhor, à luz da Bíblia, leia Mateus 24:7, Marcos 13:8 e Lucas 21:11.

A MÃO DE DEUS

Novas fotografias liberadas pela Nasa mostram uma “mão cósmica”, muito parecida com uma mão humana, enorme, procurando tocar o espaço como se estivesse tentando alcança-lo. A imagem foi capturada pelo telescópio da Nasa localizado no observatório de Chandra, e mostra uma nebulosa de 150 anos-luz de comprimento, ou seja, 142.000.000.000.000.000 km, ou seja, a maior mão do universo. Os dedos fantasmagóricos e azuis são, de acordo com a agência, causados por um “pulsar”, uma estrela muito rápida, que libera energia e matéria pelo espaço, causando formações como essa mão. O nome dessa pulsar em particular é PSR B1509-58.

"Os céus proclamam a glória de Deus, e o firmamento anuncia as obras das Suas mãos" (Salmo 19:1).

Fonte: CNN

GATO VEGETARIANO

Dante se recusa a comer carne e até ração para felino. O gato só tem olhos para frutas e vegetais orgânicos. Dante, de 2 anos, é tão insistente em ter suas cinco refeições diárias e naturebas que, se ele está se sentindo com fome, ataca sem cerimônia a cesta de frutas na casa onde vive, em Norwich (Inglaterra). Os alimentos favoritos de Dante são: melão, banana, brócolis, aspargo, ruibarbo, cenoura, beringela, batata crua e brotos. Especialistas disseram que o apetite de Dante é raríssimo. Becky Page, dona de Dante, disse que tentou tratar o animal como qualquer outro felino, mas não deu certo: “Tentei alimentá-lo com carne, peixe (incluindo suculentos atuns) e todas as coisas de que os gatos costumam gostar, mas ele torcia o nariz para tudo aquilo.”

Nota ACA - Sabemos que no princípio da criação de Deus nenhum animal era carnívoro, esse gato realmente trás resquícios do Éden. Ótimo exemplo para aqueles que, como nós, criados comprovadamente para sermos vegetarianos, ainda lutamos ou relutamos para manter uma dieta mais saudável.


Fonte: O Globo

quarta-feira, 15 de abril de 2009

VÍDEO - MELISSA BARCELOS

A algum tempo atrás, navegando pelo You Tube me deparei com essa música de Melissa Barcelos, "Sei de um rio", que traz uma letra muito inspiradora e uma melodia que excede em qualidade de muitas músicas evangélicas que tem surgido por ai, um ritmo suave, sem exagero de instrumentos e gritaria. Mas o que mais me impressionou foi a letra, que traz um sentido amplo pra vida de todos nós que no dia a dia encontramos barreiras e dificuldades pelo caminho. A letra nos fala de um rio, percorrendo tantos caminhos diferentes, ora em meio às pedras, ora em meio a barreiras que a quase fazem sumir, ora em águas rasas, ora cheia, mas alcança seu objetivo quando chega no mar, e nada a faz desistir. A música nos compara com esse rio, ora em dificuldades, ora enfrentando barreiras que quase nos fazem desistir de lutar, mas assim como Deus criou o rio, ele criou cada um de nós, e temos certeza que não estamos sós, alcançaremos nosso objetivo final. Vale a pena ouvir essa música.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

A Rede Globo de Televisão tem colocado como tema principal em sua novela das 8h a música 'Simpatia Com o Diabo' (Sympathy for the Devil) . Não é por acaso que músicas como essas em temas de novela tem trazido mensagens subliminares que certamente vão trazer maldições para dentro de muitos lares.


Sympathy for the Devil Simpatia Com o Diabo

Please allow me to introduce myself
I'm a man of wealth and taste
I've been around for a long, long year
Stole many a man's soul and faith

Por gentileza me permita me apresentar
Sou um homem de fortuna e requinte
Estou por aí já faz alguns anos
Roubei as almas e a fé de muitos homens

And I was 'round when Jesus Christ
Had his moment of doubt and pain
Made damn sure that Pilate
Washed his hands and sealed his fate

E eu estava por perto quando Jesus Cristo
Teve seu momento de duvida e dor
Fiz muita questão que Pilatos

Lavasse suas mãos e selasse seu destino
Pleased to meet you
Hope you guess my name
But what's puzzling you
Is the nature of my game

Um prazer em lhe conhecer
Espero que adivinhem o meu nome
Mas o que lhes intriga
É a natureza do meu jogo

I stuck around St. Petersberg
When I saw it was a time for a change
Killed the Czar and his ministers
Anastasia screamed in vain

Eu aguardei em São Petersburgo
Quando percebi que era hora para mudanças
Matei o Czar e seus ministros
Anastácia gritou em vão

I rode a tank
Held a general's rank
When the Blitzkrieg raged
And the bodies stank

Pilotei um tanque
Usei a patente de general
Quando as blitzkrieg urgiam
E os corpos fediam

Pleased to meet you
Hope you guess my name, oh yeah
What's puzzling you
Is the nature of my game, oh yeah

Um prazer em lhe conhecer
Espero que adivinhem o meu nome
Mas o que lhes intrigam
É a natureza do meu jogo

I watched with glee
While your kings and queens
Fought for ten decades
For the Gods they made

Assisti com orgulho
Enquanto seus reis e rainhas
Lutaram por dez décadas
Pelos deuses que eles criaram

I shouted out
'Who killed the Kennedys?' When after all
It was you and me

Gritei bem alto
'Quem matou os Kennedys?'
Quando afinal de contas
Foi apenas você e eu

Let me please introduce myself
I'm a man of wealth and taste
And I laid traps for troubadors
Who get killed before they reached Bombay

Permita-me por gentileza me apresentar
Sou um homem de fortuna e requinte
Deixei armadilhas para ministreis
Que morreram antes de chegarem a Bombaim

Pleased to meet you
Hope you guessed! my name, oh yeah
But what's puzzling you
Is the nature of my game

Um prazer em lhe conhecer
Espero que adivinhem o meu nome, oh yeah
Mas o que lhes intriga
É a natureza do meu jogo

Pleased to meet you
Hope you guessed my name, oh yeah
But what's confusing you
Is just the nature of my game

Um prazer em lhe conhecer
Espero que adivinhem o meu nome
Mas o que lhes confunde
É a natureza do meu jogo

Just as every cop is a criminal
And all the sinners Saints
As heads is tails
Just call me Lucifer
'Cause I'm in need of some restraint

Assim como todo cana é um criminoso
E todos os pecadores Santos
Como cara é coroa
Basta me chamar de Lúcifer
Pois estou precisando de alguma restrição

So if you meet me
Have some courtesy
Have some sympathy, and some taste
Use all your well-learned politesse
Or I'll lay your soul to waste, um yeah

Então se me conhecer
Tenha alguma delicadeza
Tenha a simpatia, e algum requinte
Use toda sua polidez bem aprendida
Ou deitarei sua alma para apodrecer

Pleased to meet you
Hope you guessed my name, um yeah
But what's puzzling you
Is the nature of my game, um! baby, get down

Prazer em lhe conhecer
Espero que adivinhem o meu nome, oh yeah
Mas o que lhes intrigam
É a natureza do meu jogo

Woo, who
Oh yeah, get on down
Oh yeah
Oh yeah!
Tell me baby, what's my name
Tell me honey, baby guess my name
Tell me baby, what's my name
I tell you one time, you're to blame

Diga-me baby, qual é o meu nome
Diga-me doçura, qual é o meu nome
Diga-me baby, qual é o meu nome
Lhe digo uma vez, é sua culpa

Ooo, who, who
Ooo, who, who
Oh, yeah

Diga-me baby, qual é o meu nome
Diga-me doçura, qual é o meu nome
Diga-me baby, qual é o meu nome
Lhe digo uma vez, é sua culpa

Referências ao Satanismo

De acordo com especialistas em teledramaturgia, a novela possui altas doses de Ocultismo, Satanismo, Paganismo e Ateísmo, embora não possa ser percebido pelos telespectadores normais, já que tudo é passado através de mensagens subliminares. Embora a temática pareça contraditória, o objetivo final é atacar todos os fundamentos da fé cristã. Segundo o teólogo Stephen Hawking, diversos simbolismos são utilizados para manipular a religiosidade do telespectador. Por exemplo, Helena, ao maltratar sua filha com Síndorme de Down, simboliza o repúdio aos direitos das pessoas deficientes. Ainda constam incentivos à prostituição, à masturbação, à bulimia e ao tabagismo.

No entanto a idéia mais grave consistiria no fato de que, na verdade, Helena representa a encarnação de um Anjo Demoníaco que planeja derrubar o Governo Lula, expandindo o caos, a desordem sócio-econômica e a miséria existentes no Leblon à todo o Brasil. Futuramente, tal império infernal seria expandido à todas as nações da terra, inclusive chegando à África, a segunda maior potência mundial (perde apenas para a Bolívia).

Segundo Hawking, para executar o plano Helena contaria com a ajuda de sua assistente Ana Paula Arósio, que simboliza Heloísa Helena, o Anjo da Morte (do Klingon "elaish elaina-hah", que significa "ave da morte", ou "ave destruidora"). Ela seria a arma mortal a ser usada para derrubar o Governo, juntamente com Enéas (ou 56, de acordo com Classificação Bestial), interpretado pelo ator Osama Bin Laden.

Enéas, o Anjo Astuto, apareceu apenas uma vez na novela, quando à mando da Rainha da Escuridão (Helena), atacou em 11 de Setembro, o centro de Nova York (outra comunidade carente), usando bombas atômicas produzidas com tecnologia brasileira. No entanto estima-se que irá fazer uma reaparição no final da novela, realizando um ataque de mesma natureza desta vez para exterminar as freiras do hospital onde Helena trabalha, que representam os Anjos de Luz enviados por Deus para conter os planos de Satã na Terra.

fonte: novelas brasileiras http://desciclo.pedia.ws/wiki

domingo, 15 de fevereiro de 2009

CARNAVAL DA MORTE

Estamos na época de uma das grandes comemorações realizadas no Brasil.

O Carnaval é esperado por muitos e existem pessoas que trabalham o ano todo em prol do Carnaval.

Para muitos cristãos a época de carnaval é sinônimo de acampamentos ou de retiros espirituais, mas para outras pessoas essa é a época de extravasar e do tudo pode.

Até assistir TV fica chato, pois só aparece carnaval e por falar em TV, uma propaganda chamou atenção. Uma cerveja que diz em alguma parte do seu slogan de “desce redondo” e eu desaprovo, pois prefiro é não beber e subir quadrado do que descer redondo, falou algumas verdades sobre o carnaval.

“Música? Manda que a gente canta. Coreografia? Manda que a gente faz. Comemos o que der para comer, dormimos se der para dormir. Fazemos coisas impensáveis em qualquer outro dia do ano, nos fantasiamos das coisas mais ridículas do mundo…”, e nesta altura do filme, aparece um bloco de marmanjos, passando pelo “ridículo” de trajar, como fantasias, latas gigantes de Skol. O público até se assusta, diante da cena, cujo ápice é atingido com o locutor em off: “Nem todas as fantasias são ridículas. Resumindo, Carnaval é coisa de gente muito boba, que nem eu e você. Sabemos que redondo é rir da vida. Skol, a cerveja que desce redondo”.

A própria propaganda diz que carnaval é coisa de gente boba, fala de fantasias ridículas, de músicas e coreografias que ninguém faria em outra época do ano. Em muita coisa essa propaganda está certa sobre quem participa do carnaval, mas colocar “que nem eu e você” é ridículo, pois não sou bobo e ridículo, se você é, não coloque outros na jogada, pois tem muitos que preferem fugir desta festa e aproveitar o tempo com coisas melhores.

O carnaval faz lembrar de meu pai e de um velho sermão que ele gostava de pregar nesta época. O título do sermão era “Carnaval da Morte”.

Ele contava a história de um grande carnaval que aconteceu no passado. A história está em Daniel 5.

“Certa noite, o rei Belsazar, da Babilônia, deu um banquete, convidou mil autoridades do país e começou a beber vinho com os convidados.

Depois de beber bastante, mandou que trouxessem os copos de ouro e de prata que Nabucodonosor, o seu pai, havia tirado do Templo de Jerusalém. Belsazar queria os copos para que ele, os seus convidados de honra, as suas mulheres e as suas concubinas os usassem para beber vinho.

Trouxeram os copos de ouro e todos começaram a beber vinho neles e a louvar os deuses de ouro, de prata, de bronze, de ferro, de madeira e de pedra.

De repente, apareceu a mão de um homem e ela começou a escrever na parede branca do salão do banquete, num lugar iluminado pela luz do candelabro. Ao ver a mão, o rei não sabia o que pensar; ficou pálido de medo e começou a tremer da cabeça aos pés.

Todos os sábios entraram no salão, mas nenhum deles pôde ler o que estava escrito na parede, nem explicar ao rei o que aquilo queria dizer.

Levaram Daniel até a presença do rei, e todos conhecem a história, Daniel decifrou a escrita que era tão somente a sentença de morte do rei e o fim de seu reinado.

Naquela mesma noite, Belsazar, o rei da Babilônia, foi morto, e Dario, o rei do país da Média, que tinha sessenta e dois anos de idade, começou a reinar no seu lugar.”

Sempre no final do sermão existia um apelo ou meu pai falava do tempo que estamos vivendo e de como muitos estão nas orgias do carnaval. E você? O que irá fazer no carnaval?

Aproveite o carnaval não como um bobo da propaganda do desce redondo, mas procure aproveitar o tempo do carnaval em algum acampamento religioso, com amigos, família ou qualquer outra forma que seja estilo prefiro subir quadrado do que ficar na onda dos desce redondo.


Publicado por: www.jovemadventista.com.br